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O P.E.N. Clube Português > Direcção
A Presidente da Direcção do P.E.N. Clube Português, Teresa Salema, foi eleita
Vice-Presidente do Comité de Escritores para a Paz do P.E.N. Internacional,
em Bled (Eslovénia) a 29 de Março de 2009

Corpos Gerentes para o Triénio 2009-2011
Assembleia Geral
Presidente: Casimiro de Brito - email: cbrito
Vice-Presidente: Gastão Cruz - email: gcruz
Secretária: Maria do Sameiro Barroso - email: msbarroso
Direcção
Presidente: Teresa Salema - email: tsalema
Vice-Presidente: Maria João Reynaud - email: mjreynaud
Secretário/Tesoureiro: Francisco Belard - email: fbelard
João David Pinto-Correia - email: jdpcorreia
José Rui Teixeira (Delegação do Porto) - email: jrteixeira
Suplentes:
Maria João Cantinho - email: mjcantinho
Catarina Nunes de Almeida - email: cnalmeida
Conselho Fiscal
Presidente: José Manuel de Vasconcelos - email: jmvasconcelos
Vergílio Alberto Vieira - email: vavieira
António Graça de Abreu - email: agabreu
Suplentes:
Manuel G. Simões - email: mgsimoes
Manuel de Queiroz - email: mqueiroz
@penclubeportugues.org
Programa
O P.E.N. Clube Português foi criado em 1978, em estreita articulação com a actividade do P.E.N. Internacional, concretizada no trabalho dos respectivos comités (Escritores na Prisão, Tradução e Direitos Linguísticos, Escritores para a Paz e Mulheres Escritoras), com os seus encontros regulares e a Assembleia anual plenária. A história do P.E.N. está relatada num documento redigido por Ana Hatherly, o qual se encontra no nosso site.
Os novos corpos gerentes consideram prioritária uma actividade centrada na defesa do direito à liberdade de expressão e do «princípio da livre circulação das ideias» (Ponto 4 da «Carta da Federação P.E.N.»); na defesa das línguas minoritárias e na de causas associadas à paz mundial e à defesa dos direitos dos povos à autodeterminação, em termos sancionados pela votação democrática e de acordo com as normas do direito internacional. Em simultâneo, consideram que tais objectivos vão a par da defesa da liberdade do escritor enquanto intelectual e cidadão empenhado em dar o seu testemunho pessoal em situações onde a violência, a injustiça e a intolerância firam a consciência ética e atentem contra os valores humanistas que consubstanciam o espírito da Carta do P.E.N. Internacional.
Visamos não só dar seguimento às acções até agora desenvolvidas, como intensificar a comunicação entre os sócios, no sentido de acolher as suas preocupações e incluir as suas sugestões nas actividades a desenvolver, as quais contarão com a colaboração, directa ou indirecta, de todos – facilitada pelas novas tecnologias comunicacionais. Para tal, propomo-nos elaborar um inquérito a enviar aos sócios, no sentido de conhecer melhor as suas expectativas relativamente às actividades que gostariam de ver desenvolvidas pela Direcção, e a sua disponibilidade para colaborar com o P.E.N. na tarefa de as levar a cabo.
As nossas prioridades, que indicamos a seguir, serão concretizadas dentro do espírito do P.E.N. acima esboçado:
1. Acção cultural: tertúlias temáticas, encontros/jantares de debate sobre questões consideradas de interesse e relevância actuais, também aproveitando a passagem de convidados estrangeiros, no sentido de aproximar os sócios entre si. Colaboração com os leitorados de Português no estrangeiro (com apoio do Instituto Camões).
2. Intensificação dos contactos existentes com escritores dos demais países e comunidades de língua portuguesa, na perspectiva de intercâmbio e cooperação (programando, sempre que possível, actividades conjuntas) e no sentido de apoiar a criação de Centros nesses países ou de admitir escritores lusófonos no Centro português do P.E.N.; promover, além disso, a programação de actividades em comum.
3. Publicação (em papel e/ou online) de edições bilingues, quando tal se justificar, de textos curtos, de forma a dar a conhecer, conjuntamente,autores portugueses e estrangeiros. Projecto que vem na sequência dos 32 números das “Folhas Soltas”, editadas em anos anteriores e que circularam em Portugal e no estrangeiro. Estudo, mediante as sugestões dos sócios, de outras modalidades de publicação, nomeadamente a criação de “Edições P.E.N.”, bilingues ou plurilingues, ao abrigo de protocolos com a DGLB e instituições congéneres em Portugal e no estrangeiro.
4. Acção específica “Escritores nas Bibliotecas” com o apoio da DGLB., que novamente solicitaremos.
5. Colaboração com secções culturais das Embaixadas e com instituições como o Goethe-Institut, o Instituto Cervantes, o British Council, o Institut Franco-Portugais e o Istituto Italiano di Cultura.
6. Intensificação do diálogo com associações congéneres, como a APE e a SPA, entre outras, para programar e optimizar actividades em conjunto. Estabelecimento de contactos e eventuais protocolos, com organizações afins.
7. Manutenção dos prémios P.E.N. (Poesia, Ensaio, Narrativa e Primeira Obra), assegurando a rotatividade dos membros dos júris, que continuarão a integrar um membro da direcção em cada uma das modalidades a concurso.
8. Revisão dos Estatutos, a fim de os adaptar às exigências do presente, e designando, para tal, uma comissão que trabalhe em conjunto com os Corpos Gerentes.
9. Abertura dos Comités internacionais acima referidos aos sócios que neles queiram participar activamente.
10. Continuação da actividade do P.E.N. no Porto e no Norte do País, mediante o estabelecimento de protocolos com a Direcção Regional da Cultura do Norte, com Bibliotecas, Fundações, Institutos, Centros Culturais, etc.; e, logo que possível, intensificá-la em outras regiões do país e do estrangeiro. realizando sessões, colóquios e encontros.
11. Instalação de uma pequena sede e contratação, a tempo parcial, de um(a) funcionário(a) que faça trabalho de secretariado e se ocupe do site: nele estarão disponíveis as notícias correntes do P.E.N. português e todas as informações relevantes do P.E.N. Internacional; estarão igualmente disponíveis as páginas pessoais dos sócios que o solicitem, de acordo com uma norma geral.
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